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	<title>Arquivo de acessibilidade digital - Madri Lab</title>
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	<description>&#34;Descubra a Madriproduções: especialistas em criar eventos inesquecíveis! Oferecemos soluções completas em produção audiovisual, gestão de eventos e conteúdos digitais para transformar sua ideia em realidade. Confira nossos serviços!</description>
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	<title>Arquivo de acessibilidade digital - Madri Lab</title>
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		<title>O que o scanner de acessibilidade encontra que a revisão visual não vê: um guia prático para gestores de sites</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MadriLab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 10:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[noticias EAD]]></category>
		<category><![CDATA[ABNT NBR 17225]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade digital]]></category>
		<category><![CDATA[scanner de acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[WCAG 2.2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos problemas de acessibilidade digital está no código, não na tela. Imagens sem alt, formulários sem rótulo, contraste insuficiente, idioma não declarado. O scanner de acessibilidade identifica essas falhas em escala, com precisão e com um relatório documentado com data. Entenda o que ele analisa, o que encontra e onde a revisão manual ainda é necessária.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="782" height="386" src="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/07/scanner-de-acessibilidade.jpg" alt="" class="wp-image-12765" srcset="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/07/scanner-de-acessibilidade.jpg 782w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/07/scanner-de-acessibilidade-300x148.jpg 300w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/07/scanner-de-acessibilidade-768x379.jpg 768w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos problemas de acessibilidade digital não aparece na tela. Estão no código: atributos ausentes, rótulos não declarados, estruturas semânticas incorretas. Um portal pode ter visual moderno, cores cuidadosas e boa organização de conteúdo e ainda falhar em dezenas de critérios da WCAG 2.2 e da ABNT NBR 17225:2025 que afetam diretamente usuários com deficiência. O scanner de acessibilidade é a ferramenta que torna essas falhas visíveis, com precisão e escala que a revisão manual isolada não consegue oferecer.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o scanner analisa e como funciona</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um scanner de acessibilidade navega pelo site em navegador real e examina o código de cada página da mesma forma que um leitor de tela ou outra tecnologia assistiva faria. O processo identifica ocorrências que violam critérios específicos das WCAG 2.2, classificando cada uma por gravidade e indicando a localização exata no código.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A diferença entre um scanner que analisa o HTML em modo estático e um que navega em navegador real é significativa: conteúdo carregado dinamicamente por JavaScript, formulários interativos e áreas autenticadas de sistemas restritos só são analisados corretamente pelo segundo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os critérios verificáveis automaticamente cobrem a maioria das falhas encontradas em auditorias formais. Entre eles estão a presença e qualidade de textos alternativos em imagens, a correta declaração do idioma da página, a existência de rótulos associados a campos de formulário, o contraste entre texto e fundo, a presença de títulos de página descritivos e a estrutura lógica de cabeçalhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As falhas mais comuns que o scanner identifica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A auditoria do TCU com 288 órgãos federais, formalizada no Acórdão 2.099/2025-TCU-Plenário, mostrou que os problemas de acessibilidade mais frequentes são previsíveis e recorrentes em diferentes tipos de site e setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto alternativo ausente em imagens é a falha mais comum. Quando uma imagem não tem o atributo alt ou tem um valor genérico, leitores de tela não conseguem transmitir o conteúdo ao usuário com deficiência visual. O scanner identifica cada ocorrência e indica se o atributo está ausente, vazio ou insuficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formulários sem rótulos adequados representam outra barreira frequente. Campos de entrada sem label associado corretamente no código são invisíveis para tecnologias assistivas, mesmo que a palavra &#8220;Nome&#8221; apareça visualmente próxima ao campo. A associação precisa estar declarada no HTML para funcionar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contraste insuficiente entre texto e fundo é verificável automaticamente com precisão. A WCAG 2.2 e a ABNT NBR 17225:2025 definem razões de contraste mínimas: 4,5:1 para texto normal e 3:1 para texto grande. Essa verificação costuma revelar falhas em textos sobre fundos coloridos, botões e elementos de interface que parecem legíveis visualmente mas não atingem o critério técnico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A declaração de idioma ausente no código da página impede que leitores de tela ajustem a pronúncia corretamente. É uma linha no HTML que passa despercebida na revisão visual e é detectada imediatamente pelo scanner.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A navegação por teclado bloqueada é verificada testando se todos os elementos interativos são alcançáveis e operáveis sem o uso de mouse. Armadilhas de foco, onde o usuário fica preso em um elemento e não consegue avançar com o teclado, são um problema grave identificado no comportamento real da página.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a escala importa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um portal com dezenas de páginas tem centenas de elementos a verificar. Revisar manualmente cada imagem, cada formulário e cada valor de contraste em escala real não é viável sem automação. O scanner percorre todas as páginas e entrega um relatório consolidado, com contagem por tipo de ocorrência, gravidade e URL afetada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse relatório tem duas utilidades práticas. A primeira é técnica: orienta a equipe de desenvolvimento sobre o que corrigir, em que ordem e com que prioridade. A segunda é de gestão e documentação: registra o estado do ambiente em um momento específico, com data, antes do início das correções. Esse registro é relevante para processos de adequação vinculados a prazos normativos ou judiciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contexto normativo que torna esse diagnóstico urgente está detalhado no post sobre <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/acessibilidade-digital-setor-publico-tcu-mpf-gestores/" target="_blank" rel="noopener">o que o TCU auditou e o que o MPF exige em acessibilidade digital</a>. Os critérios técnicos que o scanner verifica estão descritos no guia sobre <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/abnt-nbr-17225-2025-norma-acessibilidade-digital-requisitos-pratica/" target="_blank" rel="noopener">a ABNT NBR 17225:2025 e o que ela exige na prática</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o scanner não faz e o que exige revisão complementar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A varredura automatizada cobre os critérios verificáveis por código. Alguns critérios das WCAG 2.2 e da ABNT NBR 17225:2025 exigem julgamento humano e não são detectáveis automaticamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade do texto alternativo é um exemplo. O scanner identifica se o atributo alt existe, mas não avalia se a descrição é adequada ao conteúdo da imagem. Uma imagem com alt=&#8221;foto&#8221; tecnicamente tem o atributo, mas o texto não cumpre a função de comunicar o conteúdo ao usuário com deficiência visual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ordem lógica de leitura, a consistência de navegação entre páginas e a adequação de linguagem para usuários com limitações cognitivas também exigem avaliação humana. A prática recomendada é usar o scanner como primeiro passo para cobrir o volume de verificações automatizáveis e complementar com revisão manual nos critérios que dependem de contexto e julgamento.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">O scanner cobre o que o código pode responder. A revisão humana cobre o que o contexto exige.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O scanner de acessibilidade não é uma solução completa de conformidade. É o instrumento mais eficiente para identificar, em escala e com precisão, as falhas que existem no código e que a revisão visual não alcança. Para equipes que precisam entender onde o ambiente atual falha antes de planejar a adequação, e para gestores que precisam de um registro documentado com data do estado atual, a varredura é o ponto de partida mais direto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O scanner de acessibilidade garante conformidade com as WCAG 2.2?</strong><br>Não garante conformidade completa, porque parte dos critérios exige avaliação humana. O scanner cobre os critérios verificáveis por código de forma sistemática e em escala. A conformidade plena exige também revisão manual dos critérios que dependem de julgamento sobre qualidade, consistência e adequação de conteúdo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que tipos de páginas o scanner consegue analisar?</strong><br>Scanners que operam em navegador real conseguem analisar páginas com conteúdo carregado dinamicamente por JavaScript, formulários interativos e, dependendo da configuração, áreas autenticadas de sistemas restritos. Scanners que analisam apenas o HTML estático não capturam o estado real da página após o carregamento completo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com que frequência o scanner deve ser executado?</strong><br>A prática recomendada é executar o scanner antes de iniciar um plano de adequação, para ter o diagnóstico de ponto de partida com data, e periodicamente após as correções para verificar regressões e avaliar novas páginas publicadas. Ambientes que publicam conteúdo com frequência se beneficiam de varreduras regulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que fazer com o relatório gerado pelo scanner?</strong><br>O relatório deve ser compartilhado com a equipe técnica responsável pelo site, que usará as ocorrências listadas para priorizar e executar as correções. A recomendação é começar pelas falhas de maior gravidade e maior recorrência, que geralmente têm impacto mais amplo na experiência de usuários com deficiência.</p>



<div style="background:#eef4ff;border-left:4px solid #2563eb;padding:24px 28px;margin:40px 0;border-radius:0 8px 8px 0;">
<p style="margin:0 0 6px 0;font-size:1.05em;font-weight:700;">MLab Acessibilidade:</p>
<p style="margin:0 0 18px 0;line-height:1.6;">Adicione um painel completo de recursos ao seu site e um scanner que varre cada página apontando o que precisa melhorar. Funciona em qualquer aplicação web: WordPress, Moodle, Drupal, Joomla, Wix, HTML.</p>
<p><a href="https://app.moobox.com.br/" target="_blank" rel="noopener" style="display:inline-block;background:#2563eb;color:#ffffff;padding:11px 22px;border-radius:6px;text-decoration:none;font-weight:600;font-size:0.97em;">Conhecer o MLab Acessibilidade</a></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é conteúdo acessível e por que ele importa tanto quanto o widget</title>
		<link>https://www.madriproducoes.com.br/portal/o-que-e-conteudo-acessivel-e-por-que-ele-importa-tanto-quanto-o-widget/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MadriLab]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 10:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[LBI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conteúdo acessível é o texto, a imagem e a estrutura de uma página preparados para funcionar com leitor de tela. Entenda o que isso significa na prática, por que importa tanto quanto o widget de acessibilidade, e como o Moobox ajuda a mapear o que falta corrigir.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="782" height="386" src="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/07/widget-de-acessibilidade.jpg" alt="" class="wp-image-12766" srcset="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/07/widget-de-acessibilidade.jpg 782w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/07/widget-de-acessibilidade-300x148.jpg 300w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/07/widget-de-acessibilidade-768x379.jpg 768w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Instalar um painel de acessibilidade resolve, em minutos, uma parte real da experiência de quem visita um site: aumento de texto, contraste, espaçamento entre linhas, leitura em voz e VLibras já ficam disponíveis para qualquer pessoa ativar. O que esse tipo de ferramenta não faz, e nenhuma ferramenta automática faz, é escrever a descrição de uma imagem, corrigir a ordem dos títulos de uma página ou declarar o idioma correto do conteúdo. Essa parte depende de quem publica.</p>



<div style="background:#f8fafc;border:1px solid #e2e8f0;border-radius:8px;padding:20px 24px;margin:24px 0;">
<p style="margin:0;font-weight:700;">Resumo rápido:</p>
<p style="margin:8px 0 0 0;line-height:1.6;">Conteúdo acessível é o texto, a imagem e a estrutura de uma página preparados para funcionar com leitor de tela: descrição de imagem, rótulo de formulário, ordem correta de títulos e idioma declarado. O widget de acessibilidade ajusta a exibição na hora, mas não escreve esse conteúdo. As duas partes são necessárias, e só um scanner mostra o que ainda falta corrigir.</p>
</div>



<h2 class="wp-block-heading">O que o painel resolve na hora</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O painel de acessibilidade funciona como uma camada de preferências para o visitante. Mais de 18 recursos podem ser ativados de forma independente: aumento de texto, alto contraste, guia de leitura, pausa de animações, leitura em voz e integração com o VLibras. Para quem tem baixa visão, dislexia, daltonismo ou está apenas cansado no fim do dia, esse ajuste imediato já melhora bastante a navegação. A instalação é feita por um código de embed, sem alterar o conteúdo publicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que só o conteúdo acessível resolve</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma camada que nenhum widget alcança, porque depende do que foi escrito e programado em cada página. Entre os pontos mais comuns estão imagens sem texto alternativo, formulários sem rótulo, títulos fora de ordem, navegação que trava fora do teclado e páginas sem o idioma declarado corretamente no código. Quem sabe o que existe numa foto ou o que um formulário pede é sempre uma pessoa, nunca um script automático.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que essa distinção importa para a lei</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Brasileira de Inclusão (LBI, Lei 13.146/2015) torna obrigatória a acessibilidade em sites e aplicativos pelo Artigo 63. Em 2025, a ABNT publicou a NBR 17225, com 96 requisitos obrigatórios e 50 recomendações, criando um parâmetro técnico objetivo para avaliar se um site cumpre ou não a norma. Um painel de acessibilidade reduz barreiras reais no momento da visita, mas não substitui a correção do conteúdo que a norma exige. As duas frentes andam juntas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como descobrir o que falta corrigir no conteúdo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de decidir o que priorizar, é preciso saber o tamanho real do problema. É para isso que existe o scanner incluído em todos os planos do <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/servicos/plugins/widget-de-acessibilidade/">widget de acessibilidade da MadriLab</a>: ele varre o site inteiro em um navegador real e aponta cada ocorrência por severidade, da crítica à leve, com o caminho para corrigir. Sites que rodam sobre <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/o-que-e-lms-moodle/">LMS Moodle</a> podem escanear até páginas autenticadas, como cursos e atividades, onde costumam ficar as imagens sem descrição e os PDFs que ninguém consegue ler.</p>



<div style="background:#eef4ff;border-left:4px solid #2563eb;padding:24px 28px;margin:40px 0;border-radius:0 8px 8px 0;">
<p style="margin:0 0 6px 0;font-size:1.05em;font-weight:700;">Moobox:</p>
<p style="margin:0 0 18px 0;line-height:1.6;">Adicione um painel completo de recursos ao seu site e um scanner que varre cada página apontando o que precisa melhorar. Funciona em qualquer aplicação web: WordPress, Moodle, Drupal, Joomla, Wix, HTML.</p>
<p><a href="https://app.moobox.com.br/" target="_blank" rel="noopener" style="display:inline-block;background:#2563eb;color:#ffffff;padding:11px 22px;border-radius:6px;text-decoration:none;font-weight:600;font-size:0.97em;">Conhecer o Moobox</a></p></div>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Instalar um widget de acessibilidade já deixa o site em conformidade com a lei?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não. O painel resolve na hora uma parte importante da experiência, mas descrição de imagens, rótulos de formulário, hierarquia de títulos e navegação por teclado dependem do conteúdo e do código de cada página. O ideal é usar o painel junto com um scanner que aponte o que ainda falta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que corrigir o conteúdo se o painel já ajuda os visitantes?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque corrigir conteúdo leva semanas ou meses, e as pessoas estão navegando no site hoje. O painel entrega ganho imediato enquanto a equipe trabalha na correção da base, então as duas frentes se complementam, não competem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que a ABNT NBR 17225 exige na prática?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma, publicada em 2025, define 96 requisitos obrigatórios e 50 recomendações para acessibilidade digital, cobrindo pontos como estrutura de títulos, texto alternativo, contraste e navegação por teclado. Ela serve como parâmetro técnico para avaliar se um site cumpre ou não a legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Corrigir o conteúdo acessível também ajuda no SEO?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em boa parte, sim. O que um leitor de tela lê é muito parecido com o que o Google lê: título da página, hierarquia de títulos, texto alternativo de imagem e texto dos links. Corrigir esses pontos melhora acessibilidade e SEO com o mesmo trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem deve escrever a descrição das imagens?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre alguém da equipe que conhece o conteúdo da imagem e o contexto em que ela aparece. Ferramentas de IA podem sugerir um texto inicial, mas a revisão humana é indispensável antes da publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é considerado conteúdo acessível em um site?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É todo elemento de texto e estrutura preparado para funcionar com tecnologia assistiva: descrição de imagem, rótulo de campo de formulário, hierarquia correta de títulos, idioma declarado no código e texto de link que faz sentido fora de contexto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um site pode ser acessível sem widget de acessibilidade?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode. O widget é um atalho de conveniência para o visitante, mas a acessibilidade real depende do conteúdo e do código estarem corretos. Um site com conteúdo bem estruturado pode ser acessível mesmo sem painel, embora o painel amplie as opções de ajuste disponíveis.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como tornar cursos no LMS Moodle acessíveis para todos os alunos</title>
		<link>https://www.madriproducoes.com.br/portal/como-tornar-cursos-no-lms-moodle-acessiveis-para-todos-os-alunos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MadriLab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Atualização LMS Moodle]]></category>
		<category><![CDATA[noticias EAD]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade digital]]></category>
		<category><![CDATA[curso acessível LMS Moodle]]></category>
		<category><![CDATA[cursos online acessíveis]]></category>
		<category><![CDATA[LMS Moodle acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[scanner de acessibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tornar um curso do LMS Moodle acessível envolve painel e scanner autenticado, já que boa parte do material fica atrás de login. Veja como o Moobox atua em cursos, atividades e conteúdo restrito, para alunos, docentes e equipe de conteúdo.</p>
<p>O post <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/como-tornar-cursos-no-lms-moodle-acessiveis-para-todos-os-alunos/">Como tornar cursos no LMS Moodle acessíveis para todos os alunos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal">Madri Lab</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="782" height="386" src="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/08/como-tornar-o-moodle-acessivel.jpg" alt="" class="wp-image-12748" srcset="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/08/como-tornar-o-moodle-acessivel.jpg 782w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/08/como-tornar-o-moodle-acessivel-300x148.jpg 300w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/08/como-tornar-o-moodle-acessivel-768x379.jpg 768w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></figure>


<p>Em uma plataforma de ensino, acessibilidade não é só sobre a página inicial do curso. A maior parte do que um aluno realmente usa, como aulas, atividades, materiais de apoio e avaliações, fica atrás de login. É nesse espaço autenticado que costumam se acumular os problemas mais comuns: imagens sem descrição, PDFs digitalizados e formulários de atividade sem rótulo.</p>
<div style="background:#f8fafc;border:1px solid #e2e8f0;border-radius:8px;padding:20px 24px;margin:24px 0;">
<p style="margin:0;font-weight:700;">Resumo rápido:</p>
<p style="margin:8px 0 0 0;line-height:1.6;">Tornar um curso do LMS Moodle acessível envolve duas frentes: o painel Moobox, que oferece ajustes de texto, contraste e leitura em voz para quem estuda, e o scanner autenticado, que analisa cursos e atividades atrás de login e aponta o que falta corrigir no material, como imagens sem descrição e PDFs ilegíveis.</p>
</div>
<h2>Integração nativa com o LMS Moodle</h2>
<p>O Moobox tem integração nativa com o <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/o-que-e-lms-moodle/">LMS Moodle</a>, com painel para alunos e docentes e um scanner que analisa até páginas autenticadas, incluindo cursos, atividades e conteúdo restrito. Isso importa porque o material do professor é justamente onde ficam as imagens sem descrição e os PDFs que ninguém consegue ler com tecnologia assistiva.</p>
<h2>O que o painel oferece para quem estuda</h2>
<p>Alunos com baixa visão, dislexia, daltonismo, deficiência motora ou surdez encontram, direto no material do curso, ajustes de texto, contraste, espaçamento, leitura em voz e VLibras. Cada pessoa ativa apenas o que precisa, sem depender de pedir uma adaptação manual ao professor ou à secretaria acadêmica.</p>
<h2>O que o scanner mostra para quem administra o curso</h2>
<p>Para a equipe de conteúdo e a coordenação pedagógica, o scanner autenticado aponta, curso por curso, o que ainda deixa alunos de fora: imagens sem texto alternativo, hierarquia de títulos fora de ordem, formulários de atividade sem rótulo e navegação que trava fora do teclado. O relatório organiza tudo por severidade, o que ajuda a priorizar o que corrigir primeiro em um catálogo grande de cursos.</p>
<h2>Plugin local e personalização remota</h2>
<p>A instalação acontece por plugin local, sem exigir conhecimento técnico avançado da equipe. As atualizações chegam por uma central de novidades, e a personalização de cores, posição e comportamento do painel pode ser feita remotamente, sem precisar mexer no ambiente do curso a cada ajuste. Para quem já mantém uma rotina de manutenção, vale revisar o <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/checklist-anual-do-administrador-do-lms-moodle-para-planejar-2026/">checklist anual do administrador do LMS Moodle</a> e incluir a varredura de acessibilidade como etapa fixa do planejamento.</p>
<h2>Uma frente que trabalha junto com o design do curso</h2>
<p>Acessibilidade de conteúdo e apresentação visual resolvem problemas diferentes, mas se complementam. Enquanto o Moobox cuida do que o aluno enxerga e do que falta corrigir no conteúdo, uma página bem estruturada e com hierarquia visual clara ajuda todo mundo, inclusive quem usa leitor de tela, a entender a ordem das informações. Isso vale tanto para o material teórico quanto para as <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/diferenciais-para-cursos-online-como-a-madrilab-potencializa-seu-ead-com-plugins-integracoes-e-automacoes/">integrações e automações que compõem a experiência do curso</a>.</p>
<div style="background:#eef4ff;border-left:4px solid #2563eb;padding:24px 28px;margin:40px 0;border-radius:0 8px 8px 0;">
<p style="margin:0 0 6px 0;font-size:1.05em;font-weight:700;">Moobox:</p>
<p style="margin:0 0 18px 0;line-height:1.6;">Adicione um painel completo de recursos ao seu site e um scanner que varre cada página apontando o que precisa melhorar. Funciona em qualquer aplicação web: WordPress, Moodle, Drupal, Joomla, Wix, HTML.</p>
<p><a href="https://app.moobox.com.br/" target="_blank" rel="noopener" style="display:inline-block;background:#2563eb;color:#ffffff;padding:11px 22px;border-radius:6px;text-decoration:none;font-weight:600;font-size:0.97em;">Conhecer o Moobox</a></div>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<p><strong>O scanner consegue analisar cursos que exigem login no LMS Moodle?</strong></p>
<p>Sim. O scanner autenticado analisa páginas que exigem login, incluindo cursos, atividades e conteúdo restrito, onde costumam ficar os problemas mais comuns de acessibilidade.</p>
<p><strong>O painel muda o conteúdo do curso para todos os alunos?</strong></p>
<p>Não. Cada aluno ativa os ajustes que precisa, individualmente, e o conteúdo original do curso continua o mesmo para quem não usa o painel.</p>
<p><strong>Professores precisam aprender algo novo para usar a ferramenta?</strong></p>
<p>Não é necessário treinamento técnico. O painel funciona de forma independente para quem estuda, e o scanner entrega um relatório direto para quem administra o ambiente.</p>
<p><strong>Idosos que fazem cursos online também se beneficiam?</strong></p>
<p>Muito. Aumento de texto, contraste e leitura em voz facilitam a navegação para quem tem cansaço visual, o que é comum entre alunos mais velhos em cursos online.</p>
<p><strong>A instalação no LMS Moodle exige mexer no código do ambiente?</strong></p>
<p>Não. A instalação acontece por plugin local, e ajustes de personalização podem ser feitos remotamente, sem alterar o código do ambiente a cada mudança.</p>
<p><strong>O scanner autenticado do Moobox funciona em qualquer versão do LMS Moodle?</strong></p>
<p>Ele é compatível com o LMS Moodle nas versões amplamente usadas em produção, através de um plugin local que também recebe atualizações por uma central de novidades.</p>
<p><strong>Alunos com deficiência precisam solicitar ajuste individual ao professor?</strong></p>
<p>Não é necessário. O painel Moobox fica disponível para qualquer aluno ativar por conta própria, sem depender de um pedido formal à coordenação ou ao professor.</p><p>O post <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/como-tornar-cursos-no-lms-moodle-acessiveis-para-todos-os-alunos/">Como tornar cursos no LMS Moodle acessíveis para todos os alunos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal">Madri Lab</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>ABNT NBR 17225:2025: o que a nova norma brasileira de acessibilidade digital exige na prática</title>
		<link>https://www.madriproducoes.com.br/portal/abnt-nbr-17225-2025-norma-acessibilidade-digital-requisitos-pratica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MadriLab]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[noticias EAD]]></category>
		<category><![CDATA[ABNT NBR 17225]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade digital]]></category>
		<category><![CDATA[LBI]]></category>
		<category><![CDATA[norma técnica]]></category>
		<category><![CDATA[WCAG 2.2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em março de 2025, a ABNT publicou a NBR 17225:2025: 146 diretrizes baseadas nas WCAG 2.2 que formalizam no Brasil os requisitos de acessibilidade em sites e aplicações web. Entenda o que a norma exige, os dois níveis de conformidade e como verificar se o seu ambiente está adequado.</p>
<p>O post <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/abnt-nbr-17225-2025-norma-acessibilidade-digital-requisitos-pratica/">ABNT NBR 17225:2025: o que a nova norma brasileira de acessibilidade digital exige na prática</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal">Madri Lab</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="782" height="386" src="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/09/abnt-nbr-acessibilidade.jpg" alt="" class="wp-image-12762" srcset="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/09/abnt-nbr-acessibilidade.jpg 782w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/09/abnt-nbr-acessibilidade-300x148.jpg 300w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/09/abnt-nbr-acessibilidade-768x379.jpg 768w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em 11 de março de 2025, a Associação Brasileira de Normas Técnicas publicou a primeira edição da NBR 17225, a norma técnica brasileira de acessibilidade em conteúdo e aplicações web. Com 146 diretrizes em 79 páginas, inteiramente baseadas nas WCAG 2.2, a norma formaliza no país os requisitos que organizações públicas e privadas precisam cumprir para garantir que seus sites e sistemas sejam acessíveis a pessoas com deficiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a ABNT NBR 17225:2025 estabelece</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A norma define dois níveis de conformidade. A conformidade regular exige o atendimento aos critérios correspondentes aos níveis A e AA das WCAG 2.2, que cobrem as barreiras de acessibilidade consideradas mais críticas e frequentes. A conformidade plena incorpora todos os critérios da norma, incluindo o nível AAA, que representa o padrão mais elevado de acessibilidade digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A publicação da NBR 17225 cria um referencial normativo nacional que pode ser citado em contratos, licitações e processos de fiscalização no Brasil, independentemente de regulamentação adicional.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os critérios cobrem quatro princípios fundamentais, conhecidos pela sigla POUR: o conteúdo deve ser Perceptível, os componentes de interface devem ser Operáveis, as informações e a operação da interface devem ser Compreensíveis, e o conteúdo deve ser Robusto o suficiente para ser interpretado por tecnologias assistivas como leitores de tela.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a norma importa para além do setor público</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o debate sobre acessibilidade digital no Brasil tenha se intensificado em torno das exigências para o setor público, o Artigo 63 da Lei Brasileira de Inclusão se aplica também a empresas com sede ou representação comercial no país. A ABNT NBR 17225:2025 foi citada explicitamente pelo Ministério Público Federal como o referencial técnico já disponível e aguardando regulamentação com consequências definidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para organizações do setor privado, a norma representa tanto um guia técnico quanto um indicativo do padrão que será exigido quando a regulamentação do Artigo 63 for editada. Atuar antes da exigência legal coloca a organização em posição mais confortável durante o processo de transição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma pesquisa do TCU com 288 organizações federais mostrou que 88,5% têm sites classificados como &#8220;deficientes&#8221; em acessibilidade. O setor privado não tem diagnóstico equivalente publicado, mas as barreiras técnicas são as mesmas.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a norma examina no código</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os critérios da NBR 17225 cobrem desde elementos visíveis, como o contraste entre texto e fundo, até atributos invisíveis ao usuário comum: a declaração de idioma da página, os rótulos de formulários no HTML e os textos alternativos de imagens. Também estão incluídos critérios de operação por teclado, sem dependência de mouse, e de compatibilidade com tecnologias assistivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses itens existem ou não existem no código. A aparência visual do site não é indicador suficiente de conformidade. Um portal pode ter design moderno e ainda falhar em critérios básicos que afetam diretamente usuários com deficiência visual, motora ou cognitiva.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Conformidade com a ABNT NBR 17225 não é uma questão visual. É uma questão de código.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O contexto normativo completo, incluindo a ação civil pública do MPF e o Acórdão 2.099/2025 do TCU, está detalhado no post sobre <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/acessibilidade-digital-setor-publico-tcu-mpf-gestores/" target="_blank" rel="noopener">acessibilidade digital no setor público: o que o TCU auditou e o que o MPF exige</a>. Para entender como a varredura automatizada identifica falhas no código, vale consultar o guia sobre <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/scanner-acessibilidade-digital-o-que-encontra-guia-gestores-sites/" target="_blank" rel="noopener">o que o scanner de acessibilidade encontra que a revisão visual não vê</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como verificar a conformidade com a norma</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo para verificar a conformidade com a ABNT NBR 17225:2025 é realizar uma varredura técnica do ambiente. Ferramentas de scanner analisam o site em navegador real e identificam ocorrências por critério, gravidade e localização no código. Esse diagnóstico é o ponto de partida para qualquer plano de adequação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A varredura automatizada não substitui a revisão manual completa, mas cobre de forma sistemática e eficiente os critérios verificáveis por código, que representam a maioria das barreiras encontradas em auditorias formais. Os critérios que exigem julgamento humano, como a qualidade do texto alternativo ou a consistência de navegação, complementam o processo em uma segunda etapa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ABNT NBR 17225:2025 formaliza no Brasil um referencial técnico alinhado às WCAG 2.2 e diretamente aplicável a sites e sistemas de organizações públicas e privadas. Com o Artigo 63 da LBI sob pressão judicial para regulamentação, a norma deixa de ser uma recomendação voluntária e passa a ser o padrão técnico de referência para conformidade. Conhecer o que ela exige e saber onde o ambiente atual falha são os dois primeiros passos para uma adequação estruturada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ABNT NBR 17225:2025 é obrigatória?</strong><br>A norma técnica em si não cria uma obrigação legal direta, mas é o referencial técnico que regulamentações futuras do Artigo 63 da LBI tendem a adotar. O MPF já a citou explicitamente em sua recomendação ao governo federal. Para organizações que precisam demonstrar conformidade com o Artigo 63, a NBR 17225 é o padrão mais adequado a seguir hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual a diferença entre conformidade regular e conformidade plena na NBR 17225?</strong><br>A conformidade regular cobre os critérios dos níveis A e AA das WCAG 2.2, que eliminam as barreiras de acessibilidade mais comuns e críticas. A conformidade plena incorpora também os critérios do nível AAA, que representam o padrão mais elevado e cobrem situações de acesso mais específicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A norma se aplica a aplicativos móveis?</strong><br>A ABNT NBR 17225:2025 cobre conteúdo e aplicações web. Vários princípios da norma são aplicáveis ao contexto móvel, embora diretrizes específicas para apps móveis sigam referencial complementar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como saber se um site está em conformidade com a ABNT NBR 17225?</strong><br>O caminho mais direto é realizar uma varredura automatizada do site, que identifica falhas por critério e localização no código. Esse diagnóstico deve ser complementado por revisão manual dos critérios que não são verificáveis automaticamente, especialmente os relacionados à semântica e à experiência com tecnologias assistivas.</p>



<div style="background:#eef4ff;border-left:4px solid #2563eb;padding:24px 28px;margin:40px 0;border-radius:0 8px 8px 0;">
<p style="margin:0 0 6px 0;font-size:1.05em;font-weight:700;">MLab Acessibilidade:</p>
<p style="margin:0 0 18px 0;line-height:1.6;">Adicione um painel completo de recursos ao seu site e um scanner que varre cada página apontando o que precisa melhorar. Funciona em qualquer aplicação web: WordPress, Moodle, Drupal, Joomla, Wix, HTML.</p>
<p><a href="https://app.moobox.com.br/" target="_blank" rel="noopener" style="display:inline-block;background:#2563eb;color:#ffffff;padding:11px 22px;border-radius:6px;text-decoration:none;font-weight:600;font-size:0.97em;">Conhecer o MLab Acessibilidade</a></p></div>
<p>O post <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/abnt-nbr-17225-2025-norma-acessibilidade-digital-requisitos-pratica/">ABNT NBR 17225:2025: o que a nova norma brasileira de acessibilidade digital exige na prática</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal">Madri Lab</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>O que a LBI e a ABNT NBR 17225 exigem de sites e do LMS Moodle</title>
		<link>https://www.madriproducoes.com.br/portal/o-que-a-lbi-e-a-abnt-nbr-17225-exigem-de-sites-e-do-lms-moodle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MadriLab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 10:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Atualização LMS Moodle]]></category>
		<category><![CDATA[noticias EAD]]></category>
		<category><![CDATA[ABNT NBR 17225]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade digital]]></category>
		<category><![CDATA[LBI]]></category>
		<category><![CDATA[lei de acessibilidade digital]]></category>
		<category><![CDATA[LMS Moodle acessibilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.madriproducoes.com.br/portal/?p=12727</guid>

					<description><![CDATA[<p>A LBI torna a acessibilidade digital obrigatória desde 2015, e a ABNT NBR 17225 de 2025 criou o parâmetro técnico para medir o cumprimento. Entenda o que essas normas exigem de sites e do LMS Moodle, e qual é o risco real de não atender a elas.</p>
<p>O post <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/o-que-a-lbi-e-a-abnt-nbr-17225-exigem-de-sites-e-do-lms-moodle/">O que a LBI e a ABNT NBR 17225 exigem de sites e do LMS Moodle</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal">Madri Lab</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="782" height="386" src="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/08/lei-da-acessibilidade.jpg" alt="" class="wp-image-12743" srcset="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/08/lei-da-acessibilidade.jpg 782w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/08/lei-da-acessibilidade-300x148.jpg 300w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/08/lei-da-acessibilidade-768x379.jpg 768w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></figure>


<p>Acessibilidade digital deixou de ser um diferencial para se tornar uma obrigação prevista em lei. Ainda assim, boa parte das empresas e instituições de ensino não sabe exatamente o que precisa mudar em seus sites e plataformas para atender ao que já está em vigor. Entender a legislação e a norma técnica é o primeiro passo antes de qualquer correção.</p>
<div style="background:#f8fafc;border:1px solid #e2e8f0;border-radius:8px;padding:20px 24px;margin:24px 0;">
<p style="margin:0;font-weight:700;">Resumo rápido:</p>
<p style="margin:8px 0 0 0;line-height:1.6;">A LBI (Lei 13.146/2015) torna a acessibilidade digital obrigatória desde 2015, e a ABNT NBR 17225, publicada em 2025, define o parâmetro técnico para avaliar o cumprimento: 96 requisitos obrigatórios e 50 recomendações. Não existe multa automática prevista para sites, mas o risco vem de ação civil pública, multa diária e exigência em licitação.</p>
</div>
<h2>O que a LBI determina sobre acessibilidade digital</h2>
<p>A Lei Brasileira de Inclusão (LBI, Lei 13.146/2015) torna obrigatória a acessibilidade em sites e aplicativos pelo Artigo 63, aplicando o padrão a organizações públicas e privadas, segundo referências técnicas reconhecidas internacionalmente. A lei existe desde 2015, mas por muito tempo faltou um parâmetro técnico claro para dizer, na prática, se um site cumpre ou não a exigência.</p>
<h2>O papel da ABNT NBR 17225</h2>
<p>Esse parâmetro chegou em março de 2025, com a publicação da ABNT NBR 17225. A norma define 96 requisitos obrigatórios e 50 recomendações, e passou a ser a referência técnica usada por peritos e órgãos de fiscalização para avaliar acessibilidade digital no Brasil. Junto com o Decreto 5.296, ela forma a base técnica e legal que orienta o que precisa ser corrigido em sites, aplicativos e plataformas de ensino.</p>
<h2>Qual é o risco real de não seguir a norma</h2>
<p>A LBI obriga, mas não fixa uma multa administrativa automática para sites fora de conformidade. Por isso tramita o PL 4238/21, que propõe justamente criar sanções específicas, com a justificativa de que hoje existe inefetividade da norma diante da falta de sanções previstas. Isso não significa ausência de risco: o caminho mais comum é ação civil pública, dano moral coletivo, multa diária fixada em juízo, exigência em processos de licitação e exposição da marca. O risco raramente chega como multa automática, mas continua sendo verdade verificável.</p>
<h2>O que isso significa para o LMS Moodle</h2>
<p>Instituições de ensino que usam <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/o-que-e-lms-moodle/">LMS Moodle</a> têm um desafio a mais: parte do material fica atrás de login, em cursos, atividades e conteúdo restrito. É justamente ali que costumam ficar as imagens sem descrição e os PDFs digitalizados que nenhum leitor de tela consegue processar. Antes de encarar o próximo ciclo de correções, vale revisar o <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/checklist-anual-do-administrador-do-lms-moodle-para-planejar-2026/">checklist anual do administrador do LMS Moodle</a> e incluir a acessibilidade como item permanente de planejamento.</p>
<h2>Como documentar o esforço de conformidade</h2>
<p>Nenhuma ferramenta garante que uma organização nunca será processada, porque isso não depende só de tecnologia. O que reduz risco de fato é reduzir barreiras reais e documentar a evolução ao longo do tempo. Um <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/servicos/plugins/widget-de-acessibilidade/">painel de acessibilidade com scanner incluído</a> permite mostrar, com data, o que já foi corrigido e o que ainda está pendente, o tipo de evidência que conta a favor em qualquer avaliação de esforço.</p>
<div style="background:#eef4ff;border-left:4px solid #2563eb;padding:24px 28px;margin:40px 0;border-radius:0 8px 8px 0;">
<p style="margin:0 0 6px 0;font-size:1.05em;font-weight:700;">Moobox:</p>
<p style="margin:0 0 18px 0;line-height:1.6;">Adicione um painel completo de recursos ao seu site e um scanner que varre cada página apontando o que precisa melhorar. Funciona em qualquer aplicação web: WordPress, Moodle, Drupal, Joomla, Wix, HTML.</p>
<p><a href="https://app.moobox.com.br/" target="_blank" rel="noopener" style="display:inline-block;background:#2563eb;color:#ffffff;padding:11px 22px;border-radius:6px;text-decoration:none;font-weight:600;font-size:0.97em;">Conhecer o Moobox</a></div>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<p><strong>A LBI já obriga meu site a ser acessível?</strong></p>
<p>Sim. O Artigo 63 da LBI torna a acessibilidade obrigatória em sites e aplicativos de organizações públicas e privadas desde 2015.</p>
<p><strong>O que muda com a ABNT NBR 17225?</strong></p>
<p>A norma, publicada em março de 2025, criou um parâmetro técnico objetivo com 96 requisitos obrigatórios e 50 recomendações, usado por peritos e órgãos para avaliar se um site cumpre a legislação.</p>
<p><strong>Existe multa automática para quem não segue a norma?</strong></p>
<p>Não existe uma multa administrativa automática fixada na LBI para sites, mas há o PL 4238/21 em tramitação propondo sanções específicas. O risco atual vem de outras frentes, como ação civil pública e exigência em licitações.</p>
<p><strong>LMS Moodle e cursos online também precisam seguir essas normas?</strong></p>
<p>Sim. Plataformas de ensino online são aplicações web como qualquer outra, e o conteúdo de cursos e atividades também precisa atender aos requisitos de acessibilidade.</p>
<p><strong>Como saber se meu site já está de acordo com a ABNT NBR 17225?</strong></p>
<p>O caminho mais direto é rodar uma varredura completa que aponte, página por página, os pontos que ainda não atendem a norma, com a severidade de cada ocorrência.</p>
<p><strong>Desde quando a acessibilidade digital é obrigatória no Brasil?</strong></p>
<p>Desde 2015, quando a LBI entrou em vigor. O que mudou em 2025 foi a publicação da ABNT NBR 17225, que trouxe um parâmetro técnico objetivo para avaliar o cumprimento, algo que antes não existia de forma padronizada.</p>
<p><strong>Empresas privadas também precisam seguir a LBI, ou só órgãos públicos?</strong></p>
<p>As duas. O Artigo 63 da LBI aplica a obrigação de acessibilidade a sites e aplicativos de organizações públicas e privadas.</p><p>O post <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/o-que-a-lbi-e-a-abnt-nbr-17225-exigem-de-sites-e-do-lms-moodle/">O que a LBI e a ABNT NBR 17225 exigem de sites e do LMS Moodle</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal">Madri Lab</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acessibilidade digital no setor público: o que o TCU auditou, o que o MPF exige e o que gestores de sistemas precisam fazer agora</title>
		<link>https://www.madriproducoes.com.br/portal/acessibilidade-digital-setor-publico-tcu-mpf-gestores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MadriLab]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 10:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[noticias EAD]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade digital]]></category>
		<category><![CDATA[e-MAG]]></category>
		<category><![CDATA[LBI]]></category>
		<category><![CDATA[MPF]]></category>
		<category><![CDATA[TCU]]></category>
		<category><![CDATA[WCAG 2.2]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.madriproducoes.com.br/portal/?p=12754</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Acórdão 2.099/2025-TCU-Plenário revelou que 88,5% dos órgãos federais têm sites classificados como deficientes em acessibilidade digital. O MPF ajuizou ação civil pública exigindo regulamentação do Artigo 63 da LBI. Entenda o contexto normativo, os prazos em andamento e por onde começar a adequação.</p>
<p>O post <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/acessibilidade-digital-setor-publico-tcu-mpf-gestores/">Acessibilidade digital no setor público: o que o TCU auditou, o que o MPF exige e o que gestores de sistemas precisam fazer agora</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal">Madri Lab</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="782" height="386" src="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/09/acessibildiade-digital-no-setor-publico-2.jpg" alt="" class="wp-image-12760" srcset="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/09/acessibildiade-digital-no-setor-publico-2.jpg 782w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/09/acessibildiade-digital-no-setor-publico-2-300x148.jpg 300w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/09/acessibildiade-digital-no-setor-publico-2-768x379.jpg 768w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas da União publicou o Acórdão 2.099/2025-TCU-Plenário com um resultado direto: 88% dos órgãos federais avaliados obtiveram pontuação abaixo de 5 em acessibilidade digital, e 88,5% foram classificados como &#8220;deficientes&#8221;. Não é uma avaliação qualitativa. É um achado de auditoria formal sobre 288 organizações do setor público federal, abrangendo portais web, aplicativos móveis e serviços públicos digitais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o Acórdão 2.099/2025-TCU-Plenário revelou</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A fiscalização avaliou o nível de adoção de boas práticas de acessibilidade digital no setor público federal, considerando tanto a qualidade técnica das soluções quanto o grau de maturidade organizacional das instituições. O resultado: apenas 31% dos órgãos seguem as diretrizes internacionais de acessibilidade digital. Menos de 2% dos portais avaliados alcançaram desempenho &#8220;regular&#8221; ou superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O TCU avaliou também quatro serviços digitais específicos: Meu SUS Digital, Benefício de Prestação Continuada do INSS, Enem e Registro de Ocorrência Policial Online. Todos apresentaram limitações relevantes de acessibilidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os problemas mais recorrentes estão imagens sem texto alternativo, formulários sem rótulos adequados, navegação por teclado bloqueada, contraste insuficiente entre texto e fundo, e ausência de declaração de idioma da página. Esses itens existem ou não existem no código, independentemente de qualquer ajuste visual feito na interface administrativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o MPF exige e os prazos em andamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência da auditoria, o Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública exigindo que a União regulamente o Artigo 63 da Lei Brasileira de Inclusão, a Lei 13.146/2015, em até 60 dias, e apresente um plano de transição para adequação dos sites federais em até 120 dias. A ação detalha que o artigo existe há mais de dez anos sem que o governo federal tenha editado um ato normativo estabelecendo os parâmetros técnicos obrigatórios para o seu cumprimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho de 2026, a Justiça Federal determinou que a União apresente o plano de acessibilidade em até 180 dias. O prazo está correndo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Artigo 63 da LBI torna obrigatória a acessibilidade em sites de empresas com sede ou representação comercial no país e em órgãos públicos. A obrigação não é nova. O que falta é regulamentação com parâmetros técnicos definidos e consequências para o descumprimento.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O padrão técnico de referência: e-MAG, WCAG 2.2 e ABNT NBR 17225:2025</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para o setor público, o padrão técnico de referência é o e-MAG, o Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico. O e-MAG está alinhado às WCAG 2.2, as diretrizes internacionais de acessibilidade para conteúdo web mantidas pelo W3C.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 11 de março de 2025, a ABNT publicou a norma técnica NBR 17225:2025, que formaliza no Brasil os requisitos de acessibilidade em conteúdo e aplicações web. A norma contém 146 diretrizes em 79 páginas, inteiramente baseadas nas WCAG 2.2. O MPF citou explicitamente a ABNT NBR 17225:2025 como o referencial técnico já disponível e aguardando regulamentação com consequências definidas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">A conformidade regular exige atendimento aos critérios dos níveis A e AA das WCAG 2.2. A conformidade plena incorpora todos os critérios da norma, incluindo o nível AAA.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Por onde começar a adequação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O problema prático para quem gerencia um portal ou sistema governamental é que a maioria das equipes sabe que a obrigação existe, mas não sabe com precisão onde o seu site falha. Sem um diagnóstico técnico documentado, o planejamento de adequação parte do zero sem referência objetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caminho mais direto é começar pela varredura automatizada. Um scanner de acessibilidade analisa o site em navegador real, incluindo páginas autenticadas de sistemas restritos, e entrega cada ocorrência com a gravidade e o caminho para corrigir. Para gestores que precisam documentar o estado atual do ambiente antes de iniciar um plano de adequação, o relatório gerado serve como registro de ponto de partida com data.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essa documentação é especialmente relevante no contexto atual, em que prazos judiciais e normativos estão definidos e o histórico de iniciativas pode fazer diferença em processos de fiscalização.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aprofundar o tema técnico, vale consultar o material sobre <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/abnt-nbr-17225-2025-norma-acessibilidade-digital-requisitos-pratica/" target="_blank" rel="noopener">ABNT NBR 17225:2025 e o que ela exige na prática</a> e sobre <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/scanner-acessibilidade-digital-o-que-encontra-guia-gestores-sites/" target="_blank" rel="noopener">o que o scanner de acessibilidade encontra que a revisão visual não vê</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Acórdão 2.099/2025 do TCU, a ação civil pública do MPF e a publicação da ABNT NBR 17225:2025 formam um contexto normativo e judicial que deixa pouco espaço para postergação. O diagnóstico de acessibilidade, antes tratado como iniciativa de boa vontade, passou a ter implicações diretas de conformidade legal. Para gestores de portais e sistemas do setor público, o primeiro passo é saber onde o ambiente atual falha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é o e-MAG?</strong><br>O e-MAG, Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico, é o padrão técnico de referência para sites e sistemas do governo federal brasileiro. Está alinhado às WCAG 2.2 e serve como guia para adequação dos portais públicos ao Artigo 63 da Lei Brasileira de Inclusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Artigo 63 da LBI já está em vigor?</strong><br>Sim. O Artigo 63 da Lei 13.146/2015 está em vigor desde 2015. O que ainda não foi editado é o ato normativo regulamentador que define os parâmetros técnicos e as consequências para o descumprimento. Esse é exatamente o ponto exigido pelo MPF na ação civil pública ajuizada em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ABNT NBR 17225:2025 substitui as WCAG 2.2?</strong><br>Não. A ABNT NBR 17225:2025 é inteiramente baseada nas WCAG 2.2. Quem já adota as WCAG 2.2 atende aos critérios da norma brasileira. A NBR 17225 formaliza esse referencial dentro do sistema normativo da ABNT e facilita sua exigência em contratos e processos de fiscalização no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que o scanner de acessibilidade é o primeiro passo recomendado?</strong><br>Porque sem um diagnóstico técnico documentado, qualquer plano de adequação parte sem referência objetiva. O scanner gera um relatório com data, listando cada ocorrência por gravidade e localização no código. Esse relatório serve tanto para orientar a equipe técnica quanto para documentar o estado do ambiente antes do início das correções.</p>



<div style="background:#eef4ff;border-left:4px solid #2563eb;padding:24px 28px;margin:40px 0;border-radius:0 8px 8px 0;">
<p style="margin:0 0 6px 0;font-size:1.05em;font-weight:700;">MLab Acessibilidade:</p>
<p style="margin:0 0 18px 0;line-height:1.6;">Adicione um painel completo de recursos ao seu site e um scanner que varre cada página apontando o que precisa melhorar. Funciona em qualquer aplicação web: WordPress, Moodle, Drupal, Joomla, Wix, HTML.</p>
<p><a href="https://app.moobox.com.br/" target="_blank" rel="noopener" style="display:inline-block;background:#2563eb;color:#ffffff;padding:11px 22px;border-radius:6px;text-decoration:none;font-weight:600;font-size:0.97em;">Conhecer o MLab Acessibilidade</a></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Plano gratuito ou plano profissional de acessibilidade: como escolher o que seu site realmente precisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MadriLab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[noticias EAD]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade digital]]></category>
		<category><![CDATA[MLab Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[MLab Acessibilidade Pro]]></category>
		<category><![CDATA[plano gratuito acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[widget de acessibilidade gratuito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O plano gratuito do MLab Acessibilidade já entrega mais de 20 recursos para o visitante. O plano profissional adiciona scanner de conformidade, personalização visual e suporte prioritário. Saiba qual é o certo para o seu site.</p>
<p>O post <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/plano-gratuito-ou-profissional-acessibilidade-como-escolher-mlab/">Plano gratuito ou plano profissional de acessibilidade: como escolher o que seu site realmente precisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal">Madri Lab</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="782" height="386" src="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/06/valores-para-acessibilidade-no-seu-site.png" alt="" class="wp-image-12389" srcset="https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/06/valores-para-acessibilidade-no-seu-site.png 782w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/06/valores-para-acessibilidade-no-seu-site-300x148.png 300w, https://www.madriproducoes.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/06/valores-para-acessibilidade-no-seu-site-768x379.png 768w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quando você decide instalar um widget de acessibilidade no seu site, uma das primeiras perguntas é: o plano gratuito é suficiente para o que eu preciso, ou vale a pena partir direto para o profissional? A resposta depende do tamanho do seu site, do nível de conformidade que você precisa atingir e de quanto controle você quer sobre a aparência e os relatórios de acessibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este post compara os dois caminhos de forma direta, sem enrolação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o plano gratuito do MLab Acessibilidade oferece</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O plano gratuito do <strong>MLab Acessibilidade</strong> entrega o painel completo de acessibilidade para o visitante do site — mais de 20 recursos que o próprio usuário ativa conforme sua necessidade. Isso inclui ajuste de contraste, tamanho de texto, espaçamento, guia de leitura para dislexia, fonte para dislexia, leitura em voz, cursor ampliado, pausa em animações, modo escuro, modo de alto contraste, saturação de cores, integração com VLibras e muito mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o visitante, a experiência é a mesma independentemente do plano que o site usa. Todos os recursos do painel estão disponíveis no plano gratuito — a diferença está nos recursos de gestão, personalização e diagnóstico do lado do administrador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importante:</strong> o plano gratuito pode evoluir para um período de avaliação (trial) em versões futuras do produto. Verifique as condições vigentes na página do produto ao contratar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o plano profissional adiciona</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O plano profissional do MLab Acessibilidade, disponível por R$ 152/mês, acrescenta recursos importantes para organizações que precisam de mais controle e visibilidade:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Personalização visual completa.</strong> No plano gratuito, o widget aparece com a identidade visual padrão do MLab. No plano profissional, você pode personalizar as cores, o ícone e a posição do botão para combinar com a identidade da sua marca — importante para empresas que prezam por consistência visual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Remoção da marca MLab.</strong> O plano profissional permite remover o logo e a identificação do MLab Acessibilidade do widget, deixando apenas os recursos de acessibilidade visíveis para o usuário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Scanner de acessibilidade.</strong> Talvez o recurso de maior valor para quem precisa de conformidade legal. O scanner analisa as páginas do site e gera um relatório com as violações WCAG encontradas, o nível de severidade e sugestões de correção. É o ponto de partida para qualquer processo formal de adequação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Suporte prioritário.</strong> Acesso a atendimento técnico com prioridade, ideal para organizações que não podem ter o widget fora do ar por tempo indeterminado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sem limite de pageviews nos dois planos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um diferencial importante do MLab Acessibilidade em relação a concorrentes internacionais: não há limite de pageviews em nenhum dos planos. Soluções como accessiBe e UserWay cobram em faixas de tráfego, o que pode encarecer muito o custo para sites com alto volume de visitas. No MLab, um site com 10 visitas ou 1 milhão de visitas por mês paga o mesmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comparativo com concorrentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para contextualizar a decisão, vale comparar com as alternativas disponíveis no mercado:</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Rybená</strong>, solução brasileira mais estabelecida, cobra a partir de R$ 715/mês e foca principalmente em tradução para Libras. O <strong>Hand Talk</strong> tem foco similar, também com valores mais elevados para planos organizacionais. Soluções internacionais como <strong>accessiBe</strong> e <strong>UserWay</strong> custam em torno de R$ 225/mês (conversão aproximada) mas cobram por faixa de pageviews, têm interface em inglês como padrão e não têm integração nativa com VLibras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MLab Acessibilidade se posiciona como a solução brasileira mais completa com o melhor custo-benefício: português nativo, VLibras integrado, sem limite de pageviews e plano profissional a R$ 152/mês.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o plano gratuito é suficiente</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O plano gratuito é uma boa escolha para: sites pequenos e médios que querem começar a jornada de acessibilidade sem investimento imediato; organizações que estão em fase de avaliação antes de formalizar o comprometimento; sites institucionais simples que não precisam de personalização visual do widget.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o seu principal objetivo é disponibilizar recursos de acessibilidade para os visitantes sem custo — o plano gratuito entrega isso completamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o plano profissional vale o investimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O plano profissional é indicado para: empresas que precisam do scanner de acessibilidade para diagnóstico e relatórios de conformidade; organizações que precisam apresentar evidências de conformidade com a ABNT NBR 17225 ou LBI; marcas que querem integrar o widget à identidade visual do site sem o logo de terceiro; e qualquer organização que precise de suporte técnico prioritário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para contexto: um relatório de auditoria de acessibilidade feito por empresa especializada pode custar entre R$ 2.000 e R$ 10.000. O scanner do plano profissional entrega esse diagnóstico de forma automatizada, mês a mês, por R$ 152.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja como instalar e conhecer todos os recursos do MLab Acessibilidade: <a href="https://www.madriproducoes.com.br/portal/acessibilidade-no-lms-moodle-como-instalar-o-plugin-gratuito/">guia de instalação e recursos completos</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Posso começar no plano gratuito e migrar para o profissional depois?</strong><br>Sim. O widget é o mesmo nos dois planos — a migração ativa os recursos adicionais sem necessidade de reinstalar nada no site.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O plano gratuito tem limite de tempo?</strong><br>Atualmente o MLab Acessibilidade oferece plano gratuito permanente, mas isso pode mudar para um período de trial em versões futuras. Consulte as condições vigentes na página do produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O scanner do plano profissional verifica automaticamente as páginas?</strong><br>Sim. Você configura quais páginas devem ser verificadas e o scanner executa a análise e atualiza o relatório periodicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O MLab Acessibilidade tem limite de pageviews?</strong><br>Não. Ambos os planos não têm limite de pageviews — diferente de concorrentes internacionais que cobram por faixas de tráfego.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O widget funciona em qualquer plataforma?</strong><br>Sim. WordPress, LMS Moodle, Drupal, Joomla, Wix, HTML puro e qualquer plataforma que aceite inserção de script pode receber o MLab Acessibilidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Pronto para começar? O MLab Acessibilidade tem plano gratuito e plano profissional com scanner de conformidade. 💬 <a href="http://api.whatsapp.com/send/?phone=5511976371013&amp;text=Olá!%20Quero%20saber%20mais%20sobre%20o%20MLab%20Acessibilidade!">Fale com nossa equipe pelo WhatsApp</a></p>
</blockquote>



<div style="background:#eef4ff;border-left:4px solid #2563eb;padding:24px 28px;margin:40px 0;border-radius:0 8px 8px 0;">
<p style="margin:0 0 6px 0;font-size:1.05em;font-weight:700;">MLab Acessibilidade:</p>
<p style="margin:0 0 18px 0;line-height:1.6;">Adicione um painel completo de recursos ao seu site e um scanner que varre cada página apontando o que precisa melhorar. Funciona em qualquer aplicação web: WordPress, Moodle, Drupal, Joomla, Wix, HTML.</p>
<p><a href="https://app.moobox.com.br/" target="_blank" rel="noopener" style="display:inline-block;background:#2563eb;color:#ffffff;padding:11px 22px;border-radius:6px;text-decoration:none;font-weight:600;font-size:0.97em;">Conhecer o MLab Acessibilidade →</a></p></div>
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